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Para-raios
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| A utilidade do para-raio se estende para além dos dias de chuva. Por isso, é recomendável fazer a sua revisão pelo menos uma vez por ano e em certos casos é necessário substituir o centelhador a gás ,todo o sistema que pode estar obsoleto. O modelo mais convencional é o Franklin, que apesar de ter sua área de proteção menor, comparado a outros de mesma marca, protege com maior eficiência todo o condomínio. É necessário que se faça uma análise da edificação, dimensionando a quantidade correta de pára-raios a ser instalada. Esta análise deve ser feita por uma firma especializada, que também poderá fazer a manutenção e dar suporte técnico ao condomínio. É muito importante observar os para-raios existentes no prédio, pois existem modelos muito antigos que são radioativos, portanto condenados pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. |

| A fabricação de para-raios radioativos no Brasil foi autorizada de 1970 até1989, porque a literatura técnica da época indicava que os captores radioativos tinham uma eficiência maior que os convencionais. Porém, novos estudos no Brasil e no exterior, demonstraram que o desempenho dos pára-raios radioativos não era superior aos convencionais na proteção dos edifícios, não se justificando, assim, o uso de fontes radioativas. Em 1989, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, CNEN, através da Resolução N. 4/89, suspendeu a autorização para a fabricação e instalação deste tipo de captor. Contudo, a decisão da CNEN só teve efeito sobre a fabricação e a instalação de dispositivos novos. A decisão sobre a substituição dos para-raios já instalados dependia das autoridades municipais competentes para expedir as normas de edificação em cada cidade. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, a Prefeitura, por meio do Decreto Municipal N. 16.204, determinou que todos os para-raios radioativos sejam substituídos e que os sistemas de proteção contra as descargas atmosféricas fossem adequados à norma NBR-5419 da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Quando substituído, um para-raios radioativo passa a ser rejeito radioativo e deve ser enviado à CNEN. Embora o risco de irradiação seja pequeno, há o risco de contaminação por contacto, sendo necessário seguir corretamente as instruções fornecidas pelo IEN. Este material emite partículas alfa e radiação gama de baixa energia, com curto alcance no ar. | A substituição é responsabilidade do proprietário da edificação e essa deve ser preferencialmente feita por um profissional experiente, porque, em geral, os para-raios estão em locais de difícil acesso e há riscos de queda. Além disso, para que o prédio fique adequadamente protegido contra raios, é necessário verificar se o aterramento da instalação está adequado e se o número de captores e centelhador a gás é suficiente para o tamanho e a altura do prédio. O ideal é contratar uma empresa especializada em instalações elétricas. Os cuidados que devem ser tomados em relação à radiação e à contaminação estão descritos no link Retirada, fornecido pelo IEN aos interessados. É muito importante que a pessoa leia cuidadosamente todas as instruções de manuseio dos para-raios antes de realizar a substituição, pois que, além das medidas de proteção que devem ser tomadas, há instruções sobre como fazer a embalagem, o transporte e a entrega do material à CNEN. As fontes radioativas têm a forma de fitas metálicas fixadas nos discos e poucos centímetros de comprimento por 1 a 2 cm de largura. O material radioativo dessas fontes é, em sua maioria, o radionuclídeo amerício-241. |
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4426-1400/4426-7099
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